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Jouer contre les appareils

https://aficionadaalarte.blogspot.com/2024/02/jugar-contra-los-aparatos-en-nantes.html

Marc Lenot ( http://photographie-experimentale.com/ ) e Xavier Navatte organizam uma exposição em Nantes de fotografia experimental, com o título do livro / tese de Lenot onde aborda o assunto no enfoque de Flusser.

São 17 artistas/ fotógrafos.

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Rauschemberg e a Cianotipia

apresentado à técnica por Simone Weil em 1949, no início dos da década de 950 produziu alguns trabalhos em grande formato. parece ter gostado do azul, que é rebatido em alguns trabalhos posteriores em serigrafia, e lito offset.

A história é mais ou menos assim: em 1951, como Weil me contou, Rauschenberg – então com 25 anos – visitou os escritórios da revista Life para despertar interesse no trabalho do casal. O fotógrafo Wallace Kirkland foi enviado ao seu minúsculo apartamento de um cômodo no Upper West Side (eles dividiam cozinha e banheiro com um vizinho) para documentar o processo. Os frutos dessa reportagem, junto com um breve texto não assinado, apareceram na edição de 9 de abril da revista; várias fotos em preto e branco de Weil e Rauschenberg trabalhando foram reproduzidas junto com algumas das imagens do projeto resultantes em uma página de três páginas. Segundo Weil, depois que Kirkland saiu do apartamento, ela e Rauschenberg jantaram cereais porque era tudo o que podiam pagar.
….” (Artforum, fotos: Wallace Kirkland) trad google translator

trabalhos posteriores usando a cor azul em outras técnicas:

https://www.rauschenbergfoundation.org

https://www.artforum.com/features/lost-and-found-susan-weil-and-robert-rauschenbergs-blueprints-227602/

https://www.moma.org/artists/4823

https://www.christies.com/en/lot/lot-6301065

https://www.rauschenbergfoundation.org/sites/default/files/2021-10/Bishop_BlankSpace.pdf

sobre cianotipia:

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reversível p&b no MIS

no dia 7 de fevereiro no MIS-SC com a participação de Lu Renata, Rafael Schultz, Radilson Carlos Gomes, Samuel de Oliveira Morais, Adroaldo Xavier e Sérgio Sakakibara fizemos testes de revelação reversível com os branqueadores de Dicromato de Potássio, Permanganato de Potássio e Percloreto de Ferro. Todos com bons resultados, leve diferença na cor final, o de Percloreto foi o que resistiu mais à exaustão, embora com um banho a mais no processo.

primeira revelação, negativo

as fórmulas no link abaixo

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Revelação reversível na CCMQ

teste de 3 processos

iniciamos fevereiro testando processos reversível na Casa de Cultura Mário Quintana, com Amílcar Pinto e Myra Gonçalves na tarde do dia primeiro.

Experimentos com branqueador de permanganato, percloreto de ferro e dicromato de potássio, que tinha no laboratório. O processo com percloreto não funcionou, não encontramos solução de amônia nas lojas, testamos sal amoníaco (cloreto de amônia) que não funcionou para converter a prata em cloreto.

O branqueador de permanganato deu bons resultados, mas logo oxidou ou ficou exausto, gerando imagens sem contraste.

O dicromato deu bons resultados, usando o ácido da solução de bateria diluído. O problema é hoje em dia comprar dicromato de potássio, controlado pelo exército, o único que funciona no processo a base de prata. Os dicromatos de sódio e amônia funcionam apenas nos processos dicromatados (goma, fotogravura, etc).

Testamos também adicionar algumas gramas de tiosulfato (hipossulfito) de sódio ao primeiro revelador, para abrir o branco, que deu bons resultados…

segunda revelação, do positivo