Cianotipia

A fórmula básica usa os dois produtos acima.

este aqui não serve, é o citrato marrom, o nome e a fórmula são semelhantes; a Lilian fez testes e usando em dobro grava com muita luz, meia hora de sol

o ferricianeto não precisa ser P.A. (Para Análise, mais caro)

gosto muito do papel 200g para desenho da canson, embora seja para técnicas secas resiste bem a água

o papel de aquarela 300 g é o ideal, se for texturado fica interessante, pode ser de base branca ou creme

o papel 140g dá para ser usado, não resiste muito à água, papéis mais finos nem pensar, papel couche não funciona, o revestimento reage com a solução

balança, se tiver digital pequena com mais precisão melhor, pinvéis macios, copos graduados pequenos, vidro escuro para guardar, um vidro de boca larga para diluição e uso das duas partes da solução

. a diluição das duas soluções pode ser feita na luz, a mistura dos dois líquidos em partes iguais para fazer a soluçao de trabalho deve ser feita em luz atenuada; pode ser a luz vermelha de laboratórios, ou um pouco mais claro. a diluição das duas soluções pode ser feita na luz, a mistura dos dois líquidos em partes iguais para fazer a solução de trabalho deve ser feita em luz atenuada; pode ser a luz vermelha de laboratórios, ou um pouco mais claro

é bom tirar o excesso de solução do pincel pressionando contra a borda do vidro, após a mistura o trabalho deve ser feito em local escurecido

estas fotos foram feitas com luz apenas para ilustrar, uma sala com as luzes apagadas e janela semi-cerrada já serve

devemos passar o pincel sem excesso de líquido rapidamente, recomendo passar nos dois sentidos, se ficarem poças de líquido mancha, olhe a umidade por reflexão para ver se não ficou algum local sem revestir; por higiene e estética costumamos revestir um retangulo central do papel sem atingir as bordas, faz menos sujeira e o resultado é bonito, uma mancha central com a imagem, como nas gravuras

ainda em local com pouca luz coloca-se o negativo ou objetos sobre o papel sensibilizado e seco

é bom usar uma placa de MDF ou uma prancheta, com um vidro de igual tamanho ou um pouco menor para prensar

na imagem a montagem de um fotograma com chaves

montados os fotogramas, leva-se para o sol ou para a mesa de luz UV, cuidando para não deslocar os objetos

montagem de fotogramas com folhas e recortes de papel preto.

exposição ao sol, tempo base 10 minutos para um sol aberto, dia nublado escuro nem pensar, nublado claro com muita paciencia e algumas horas de exposição... não vale a pena perder tempo

objetos tridimensionais dão belas imagens, a sobra e a penumbra dão um volume degradê à imagem

o controle do escurecimento é visual, a imagem escurece e depois acinzenta e clareia um pouco, daí está bom, se tirar no primeiro escurecimento a imagem fica fraca na lavagem

manter a imagem perpendicular ao sol ou fonte de luz aumenta o aproveitamento da luz

Ana aproveitando uma nesga de luz na janela

nublado claro, tempo e paciecia

é bastante lúdico o processo, ver o escurecimento do citrato

como vemos no primeiro plano, até no MDF dá para imprimir, tecido, etc. é necessário algum cuidado na seleção

em Juazeiro do Norte, Ceará, o sol é mais forte...

trazendo para a sombra, ainda com os objetos em cima, e removendo na penumbra para revelação em água corrente.

a imagem revelada, note que a luz de trabalho não é muito forte.

Marilia e colegas preparando para revelar, foi aproveitada a luz vermelha do laboratório

o laboratório da CCMQ

apresentação teórica, trabalhamos com um grupo grande em três professores, dividindo as turmas

oficina no MARGS no atelier de gravura no torreão

resultado da impressão da transparência laser (ou jato de tinta/)

repare a penumbra dos objetos tridimensionais

 

Para preparar 100ml de solução de estoque de cada componente

Diluir em luz ambiente e guardar  separados, para preservar melhor,  o citrato em frasco escuro.

Citrato de Ferro Amoniacal (cristais verdes)  25g
água 100ml

Ferricianeto de Potássio 10g
água 100ml

Na hora do uso misturar partes iguais em ambiente escurecido e aplicar sobre o papel.  O liquido misturado ou papel sensibilizado não deve ser guardado, vai  perdendo a sensibilidade e velando.

5ml de cada solução, total de 10ml de solução pronta revestem cerca de 15 folhas A4 recobrindo uma mancha central no papel.

O uso de revestir apenas uma mancha central no papel, deixando uma margem tipo “passepartout” (vulgarmente chamado de paspatur), é uma herança da gravura, e tem primordialmente a função higiênica de preservar uma área livre de tinta (ou solução química) para manuseio durante o processo, evitando sujara as mãos, o verso do trabalho, as mesas e utensílios. Entre os iniciantes volta e meia ocorre a idéia brilhante de aproveitar todo o papel…

Use pincel macio, retirando o excesso de líquido (as poças deixa manchas), recubra com pinceladas rápidas, num sentido, e espalhando rapidamente no outro sentido, tentando dar uma cobertura uniforme, sem falhas (áreas não recobertas) nem poças, que resultam manchas escuras.

O tamanho do pincel deve ser proporcional ao tamanho do papel, para papéis pequenos, até 13x18cm use trinchas de 2 a 3 cm, papéis A4 3cm. papéis maiores, 5cm.

Prefiro o uso de pincel, molhando em um pequeno pote; você vai encontrar sugestões de uso de pipeta para dosagem, rodo de vidro, rolo, entre outros.

Em sala escurecida, penumbra, ou luz vermelha / amarela, revista os papéis e deixe secar em varal ou sobre uma mesa. Pode ajudar com secador de cabelo, sem esquentar demais.

Prense bem o negativo sob uma prensa de vidro e madeira com grampos, de preferencia numa cama macia de EVA ou jornal para melhorar o contato. Prenda com grampos de pressão ou pregadores.

Exponha 10 minutos ao sol para negativos com boa transparência de base, mais densos pode chegar a 15 minutos. Nublado claro já começa a ficar difícil de trabalhar, pode chegar a 2 horas ou mais, e mesmo assim não conseguir um azul denso.

Com mesa de luz UV a exposição é longa também, de 1/2 a 1 hora, prefiro trabalhar com sol forte.

A revelação se dá em bacia com água corrente, cerca de 2 minutos são suficientes para retirar os sais não expostos, que continuam solúveis em água, a parte exposta à luz se converte em um sal insolúvel, que se mantém preso ao papel.
Lave em água corrente por 15 minutos e seque à sombra.

Depois de seco pode passar com ferro de roupa morno, pelo verso, para alisar o papel.
em_construcao_22….conteúdo em construção…..