Chloe Sells

ampliações fotográficas únicas em papel colorido, processo químico, com interferências, máscaras, etc, feitas pela autora, que vive entre Londres e Botswana.

Born in Aspen, Colorado, Chloe Sells began using photography in her artwork in 1993. She graduated from the Rhode Island School of Design in 2000 with a Bachelor’s degree in Fine Art, with a major in photography, taking her Masters in Fine Art from Central St. Martins in 2011. She currently lives and works between London and Maun, Botswana.
Using medium and large format film cameras, she produces each unique C-type print by hand in a darkroom. In some cases she works further onto the surfaces of her imagery using paint, marker and ink.

Source: Portfolios — Chloe Sells

Platina-Paládio com Mougin na capital federal

Este slideshow necessita de JavaScript.

aconteceu em maio, com a coordenação da Prof. Ruth Moreira Souza Regiani da UnB a oficina de platinotipia com o prof. francês Jean Claude Mougin.

Círculo de imagem a partir do ângulo de visão e distância focal – apenas imagens

no site de Lungov muita informação de qualidade, dicas técnicas, de construção e adaptação de equipamentos, alguns formulários calculadores de lentes e um formulário que plota imagens de projetos de fole. Muito bom!

Source: Círculo de imagem a partir do ângulo de visão e distância focal – apenas imagens

Henrique Vieira Ribeiro – Salt of the Earth

You are the salt of the earth; but if the salt loses its saltiness, how can it be made salty again? It is no longer good for anything, except to be thrown out and trampled underfoot.

Matthew 5:13

no projeto sal da terra o artista mostra o sal entre diversas abordagens, ao lado de fotos de salinas apresenta quimigramas, imagens criadas diretamente sobre o papel fotográfico, usando sal e outros produtos quimicos

Source: Henrique Vieira Ribeiro – Salt of the Earth

CYANOTYPES – Rosie Emerson

Source: CYANOTYPES – Rosie Emerson

Les cyanotypes des chemins de fer américains de Frank Bird Masters

C’est une découverte fortuite. En 1977, le collectionneur de photographies américain Andrew Daneman découvre une collection de plus de 300 magnifiques cyanotypes. Les images révèlent des chemins de fer américains, des trains, des wagons, des ponts, des entrepôts, des magasins d’approvisionnement, des outils, des ouvriers, des chefs de gare et leurs familles.
………………………..
Une question importante subsiste. Qui est donc le mystérieux photographe ? Il n’y a pas de signatures, de tampons ou d’informations d’identification sur le dos des tirages, à l’exception de quelques inscriptions, les reliant à la ville américaine de Wilmington, dans le Delaware. Après quelques travaux de détective qualifiés, Daneman a finalement un nom : Frank Bird Masters né en 1873, mort en 1955.

Source: Photo London – Les cyanotypes des chemins de fer américains de Frank Bird Masters

Timeless images by Takeshi Shikama

Takeshi Shikama’s work is the result of a journey. From long walks in remote Japanese or American woodlands to urban forests such as New York or Paris, Takeshi Shikama trained his lens to capture fleeting moments of living things: plants and flowers about to wither, flowing streams or shadows cast by trees.

Each photograph is printed by Takeshi Shikama himself, using the ancient platinum/palladium technique, on handmade Japanese paper which is made from natural fibers of the Gampi tree.

Source: Photo London – Timeless images by Takeshi Shikama

www.shikamaphoto.com

Lorena Travassos

Lorena was born in 1980, in Campina Grande, in the countryside of the Brazilian northeast region. While graduating in journalism, she started to see photography as a tool to express meanings of what she sees and feels, or yet to forget what she feels. Currently, she seeks to use the photography to practice a reflective exercise in the context of personal experience, by creating expressions about detachment, encounter with others and “foreignness”. Has lived in Lisbon, Portugal, since 2014, where she develops her doctoral thesis in Communication Sciences at Universidade Nova de Lisboa, her research being based on the analysis of the Brazilians’ image in Portuguese contemporary photography.

+sobre esse ensaio

O maior desafio do início da fotografia foi o de descobrir como conservar a imagem fotográfica e toda a economia da fotografia, depois da sua invenção – quer dizer, da fixação perene da imagem -, tem sido baseada sobre a óptima conservação das fotografias por museus e coleccionadores. A proposta de Lorena Travassos para esta exposição vai contra esta regra. Os retratos feitos pela artista, nos jardins de Sintra, foram impressos sobre folhas de árvores dos parques e a impressão realizada apenas pelo sol. Em poucos dias, as folhas vão se deteriorar, as imagens vão desaparecer e ninguém vai poder coleccionar estas fotos.

É uma forma radical de destruição da imagem, uma espécie de iconoclastismo. Com isso, a artista sublinha a ausência e a morte. No seu trabalho, a fotografia deixa de ser um amuleto contra a morte e o desaparecimento – ou como sublinha Barthes: essa “imagem que produz a Morte a querer conservar a vida”. Na realidade, ela toma um sentido inverso porque precede e anuncia uma morte futura e o esquecimento do sujeito.

Estas fotografias associam o homem e a natureza (as folhas e o sol) dentro de uma única imagem. Esses rostos fantasmagóricos demonstram a impossibilidade de possuir o momento, de desafiar o tempo. Dentro da imagem, a presença do sujeito é flutuante e a perceção do tempo é limitada. A memória é condenada a atenuar-se, a desaparecer. O “Isso-foi” de Barthes transformou-se em um “Isso não-será-mais”.

Marc Lenot*

* texto publicado no catálogo da exposição coletiva “Significação: Outras imagens do Jardim” no MU.SA (Museu das Artes de Sintra).

Source: Lorena Travassos

Photographic Processes Video Series | George Eastman Museum

No site do Geroge Eastman Museum série de videos educativos abordando diversos processos fotográficos históricos, além de cursos; muito bom.

A Kodak, uma das pioneiras gigantes da fotografia fundada por George Eastman, inventou de muitas tecnologias, inclusive a digital – terminou derrotada por esta; gastou muito no desenvolvimento, não se atualizou administrativamente; a industria que entre suas herdeiras tinha Linda Eastman McCartney terminou em falência, caso semelhante ao da Polaroid. O Museu continua, veja a série de videos:

Source: Photographic Processes Video Series | George Eastman Museum

Informações sobre a história da Kodak:

https://conteudo.startse.com.br/nova-economia/tecnologia-inovacao/felipe/kodak-como-ela-foi-de-uma-das-empresas-mais-inovadoras-ate-falencia/

https://www.tecmundo.com.br/mercado/122279-historia-kodak-pioneira-da-fotografia-nao-evoluiu-video.htm

Mauricio Toro Goya – Artistas Visuales Chilenos

La obra de Mauricio Toro Goya viene definida por dos constantes que se repiten a lo largo de sus series fotográficas: el uso de procedimientos antiguos, comúnmente el ambrotipo –que tuvo una gran vigencia entre 1852 y 1865-, abordados desde una lógica contemporánea, y el desarrollo de temáticas específicas que se manifiestan a través de puestas en escena de carácter alegórico. Con una vocación revisionista de toda la tradición iconográfica latinoamericana, muy especialmente la de matriz religiosa, su obra se construye por una serie de elementos cuidadosamente elegidos que se entremezclan para elaborar una compleja crítica social, histórica, cultural, económica y política que pone en cuestionamiento y tensa los discursos hegemónicos. A través del desnudo, la evocación ritual, el discurso político, la presencia a menudo desdramatizada y festiva de la muerte, la omnipresencia animal o los elementos propios de la cultura de masas y el consumo, su obra se hace cargo de la brutalidad y la violencia que esconden los procesos históricos que dan lugar a la identidad latinoamericana y a la conformación de las historias nacionales. La tradición oral popular, las leyendas, los mitos, las construcciones literarias están entre sus fuentes de inspiración. En palabras del propio autor, su obra reflexiona “sobre la sociedad de forma innovadora usando recursos técnicos antiguos como base de su propuesta estética”.

Source: Mauricio Toro Goya – Artistas Visuales Chilenos, AVCh, MNBA

Perfis Estruturais em Alumínio V-slot

perfis de aluminio v-slot ou t-slot são muito práticos para montagens experimentais ou permanentes, com grande versatilidade de acessórios e conexões, permitindo grande criatividade nos projetos; cada marca tem seu padrão de conectividade. Tambem conhecido como openbuilds

Execução e comércio de soluções estruturais inteligentes em perfis de alumínio para empresas e indústrias.

Source: Forseti Perfis Estruturais em Alumínio. Curitiba, PR

https://lista.mercadolivre.com.br/openbuilds#D[A:openbuilds]

para ilustrar:

http://openbuildspartstore.com

GLENNVIEW

na página do técnico inspiradoras adaptações em câmeras de grande formato, informação técnica, vale um passeio…

Source: GLENNVIEW