Arquivos da categoria: Processos Alternativos

CYANOTYPES – Rosie Emerson

Source: CYANOTYPES – Rosie Emerson

Les cyanotypes des chemins de fer américains de Frank Bird Masters

C’est une découverte fortuite. En 1977, le collectionneur de photographies américain Andrew Daneman découvre une collection de plus de 300 magnifiques cyanotypes. Les images révèlent des chemins de fer américains, des trains, des wagons, des ponts, des entrepôts, des magasins d’approvisionnement, des outils, des ouvriers, des chefs de gare et leurs familles.
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Une question importante subsiste. Qui est donc le mystérieux photographe ? Il n’y a pas de signatures, de tampons ou d’informations d’identification sur le dos des tirages, à l’exception de quelques inscriptions, les reliant à la ville américaine de Wilmington, dans le Delaware. Après quelques travaux de détective qualifiés, Daneman a finalement un nom : Frank Bird Masters né en 1873, mort en 1955.

Source: Photo London – Les cyanotypes des chemins de fer américains de Frank Bird Masters

Timeless images by Takeshi Shikama

Takeshi Shikama’s work is the result of a journey. From long walks in remote Japanese or American woodlands to urban forests such as New York or Paris, Takeshi Shikama trained his lens to capture fleeting moments of living things: plants and flowers about to wither, flowing streams or shadows cast by trees.

Each photograph is printed by Takeshi Shikama himself, using the ancient platinum/palladium technique, on handmade Japanese paper which is made from natural fibers of the Gampi tree.

Source: Photo London – Timeless images by Takeshi Shikama

www.shikamaphoto.com

Lorena Travassos

Lorena was born in 1980, in Campina Grande, in the countryside of the Brazilian northeast region. While graduating in journalism, she started to see photography as a tool to express meanings of what she sees and feels, or yet to forget what she feels. Currently, she seeks to use the photography to practice a reflective exercise in the context of personal experience, by creating expressions about detachment, encounter with others and “foreignness”. Has lived in Lisbon, Portugal, since 2014, where she develops her doctoral thesis in Communication Sciences at Universidade Nova de Lisboa, her research being based on the analysis of the Brazilians’ image in Portuguese contemporary photography.

+sobre esse ensaio

O maior desafio do início da fotografia foi o de descobrir como conservar a imagem fotográfica e toda a economia da fotografia, depois da sua invenção – quer dizer, da fixação perene da imagem -, tem sido baseada sobre a óptima conservação das fotografias por museus e coleccionadores. A proposta de Lorena Travassos para esta exposição vai contra esta regra. Os retratos feitos pela artista, nos jardins de Sintra, foram impressos sobre folhas de árvores dos parques e a impressão realizada apenas pelo sol. Em poucos dias, as folhas vão se deteriorar, as imagens vão desaparecer e ninguém vai poder coleccionar estas fotos.

É uma forma radical de destruição da imagem, uma espécie de iconoclastismo. Com isso, a artista sublinha a ausência e a morte. No seu trabalho, a fotografia deixa de ser um amuleto contra a morte e o desaparecimento – ou como sublinha Barthes: essa “imagem que produz a Morte a querer conservar a vida”. Na realidade, ela toma um sentido inverso porque precede e anuncia uma morte futura e o esquecimento do sujeito.

Estas fotografias associam o homem e a natureza (as folhas e o sol) dentro de uma única imagem. Esses rostos fantasmagóricos demonstram a impossibilidade de possuir o momento, de desafiar o tempo. Dentro da imagem, a presença do sujeito é flutuante e a perceção do tempo é limitada. A memória é condenada a atenuar-se, a desaparecer. O “Isso-foi” de Barthes transformou-se em um “Isso não-será-mais”.

Marc Lenot*

* texto publicado no catálogo da exposição coletiva “Significação: Outras imagens do Jardim” no MU.SA (Museu das Artes de Sintra).

Source: Lorena Travassos

Photographic Processes Video Series | George Eastman Museum

No site do Geroge Eastman Museum série de videos educativos abordando diversos processos fotográficos históricos, além de cursos; muito bom.

A Kodak, uma das pioneiras gigantes da fotografia fundada por George Eastman, inventou de muitas tecnologias, inclusive a digital – terminou derrotada por esta; gastou muito no desenvolvimento, não se atualizou administrativamente; a industria que entre suas herdeiras tinha Linda Eastman McCartney terminou em falência, caso semelhante ao da Polaroid. O Museu continua, veja a série de videos:

Source: Photographic Processes Video Series | George Eastman Museum

Informações sobre a história da Kodak:

https://conteudo.startse.com.br/nova-economia/tecnologia-inovacao/felipe/kodak-como-ela-foi-de-uma-das-empresas-mais-inovadoras-ate-falencia/

https://www.tecmundo.com.br/mercado/122279-historia-kodak-pioneira-da-fotografia-nao-evoluiu-video.htm

Mauricio Toro Goya – Artistas Visuales Chilenos

La obra de Mauricio Toro Goya viene definida por dos constantes que se repiten a lo largo de sus series fotográficas: el uso de procedimientos antiguos, comúnmente el ambrotipo –que tuvo una gran vigencia entre 1852 y 1865-, abordados desde una lógica contemporánea, y el desarrollo de temáticas específicas que se manifiestan a través de puestas en escena de carácter alegórico. Con una vocación revisionista de toda la tradición iconográfica latinoamericana, muy especialmente la de matriz religiosa, su obra se construye por una serie de elementos cuidadosamente elegidos que se entremezclan para elaborar una compleja crítica social, histórica, cultural, económica y política que pone en cuestionamiento y tensa los discursos hegemónicos. A través del desnudo, la evocación ritual, el discurso político, la presencia a menudo desdramatizada y festiva de la muerte, la omnipresencia animal o los elementos propios de la cultura de masas y el consumo, su obra se hace cargo de la brutalidad y la violencia que esconden los procesos históricos que dan lugar a la identidad latinoamericana y a la conformación de las historias nacionales. La tradición oral popular, las leyendas, los mitos, las construcciones literarias están entre sus fuentes de inspiración. En palabras del propio autor, su obra reflexiona “sobre la sociedad de forma innovadora usando recursos técnicos antiguos como base de su propuesta estética”.

Source: Mauricio Toro Goya – Artistas Visuales Chilenos, AVCh, MNBA

Daily Bread « Teresa Asencao

 

 

She makes light-sensitive emulsions from plants used in traditional Azorean and Portuguese foods, which become key ingredients that help create anthotype images when exposed to sunlight. The process of creating the ephemeral anthotypes can take several weeks to complete, and is reminiscent of the patience and care involved in preparing food for loved ones every day.

Teresa Ascencao is a multimedia artist whose work toys with social constructs of body language, costume, socially inscribed objects and spaces, and inner corporeal experiences. Her folk and pop inspired artworks employ concept-specific media and technologies that invite audiences to play with iconographies and scenarios involving gender, seduction, consumption, and class. Born to Azorean parents in Sao Paulo, Brazil, Ascencao immigrated to Canada at a young age. She lives and works in Toronto and teaches at OCADU.

Source: Daily Bread « Teresa Asencao

 

8 Beautiful Alternative Processes for Photographers

Source: 8 Beautiful Alternative Processes for Photographers

Cyanotype Jewelry — Emma Freeman Designs

 

Emma Freeman Designs is a Saint Paul, Minnesota based textile artist, sun print cyanotype artist and teacher, Twin Cities greeting card designer, pen and ink artist, art teacher, illustrator, printmaker. Wearable art, nature inspired wall art and jewelry, wall prints, Etsy seller, No Coast

Source: Cyanotype Jewelry — Emma Freeman Designs

Journée d’études « Transformations photographiques. Expérimentations du médium dans les arts visuels du XIXe au XXIe siècle » – 19-20 Art contemporain

Source: Journée d’études « Transformations photographiques. Expérimentations du médium dans les arts visuels du XIXe au XXIe siècle » – 19-20 Art contemporain

Mary Pinto

Artwork by Mary Pinto. Americana de origem espanhola explora com maestria fotogramas coloridos, em camadas, recortados…

Source: Mary Pinto

Floripa em 3×4

Vamos construir uma exposição que pretende discutir a identidade da cidade a partir dos retratos de identidade dos seus cidadãos. Os retratos e depoimentos estão sendo captados nas praças e ruas de Florianópolis no decorrer do ano de 2018. Nosso objetivo é alcançar a marca de 1000 fotografias em 3×4 utilizando uma máquina fotográfica Lambe Lambe da década de 1960 que trabalhou em Brasília. Por muitos anos o trabalhador brasileiro precisou do fotógrafo de rua ou fotógrafo lambe lambe para fazer seu retrato na hora de tirar a carteira de trabalho. Essas máquinas foram responsáveis pelo registro de milhares de trabalhadores e estiveram presentes nas praças das grandes cidades do Brasil. Floripa em 3×4 – O retrato de quem passa… recebeu o prêmio Elisabete Anderly de estimulo à cultura em 2017 para ser executado em 2018. Fotógrafo idealizador do projeto: @radilsoncarlosgomes Fotógrafo assistente: Filipe Sodré # #floripa #3×4 #floripaem3x4 #retrato #analogphotography #fotografiaartesanal #floripando #pinholedayfloripa #3x4photography #retratos

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