Arquivos da categoria: Eventos Programados

Vicente de Mello volta ao essencial da fotografia em duas mostras no Rio

Numa época em que câmeras e telefones celulares competem em inovação tecnológica no registro das imagens, o fotógrafo Vicente de Mello abriu mão da interface digital para criar as obras de duas exposições em cartaz no Rio: “In orbit”, inaugurada na última quinta-feira na galeria Lurixs, no Leblon, e “Monolux”, que segue no Museu de Arte Contemporânea (MAM) até 1º de julho. Em ambas, o paulistano radicado no Rio apresenta suas séries de fotogramas, processo no qual as imagens são registradas por meio da incidência da luz sobre objetos em contato com a superfície do papel sensível.

Source: Vicente de Mello volta ao essencial da fotografia em duas mostras no Rio – Jornal O Globo

O Instante Mais Longo | Monica Mansur – Ateliê da Imagem – Escola de Fotografia e Artes Visuais

No próximo sábado, dia 16/06, às 12h, Monica Mansur estará recebendo os convidados para uma visita guiada e bate-papo na sua expo O Instante Mais Longo

A paisagem é um pretexto, uma metáfora, uma redundância, uma construção…“Persigo o fenômeno da paisagem como presença ao redor, um lampejo, sem aquele distanciamento que vem se comprimindo e ampliando, ao mesmo tempo, na contemporaneidade. A arte está no mundo, o mundo não é cenário para ela.” Monica MansurO trabalho proposto por Monica Mansur, para essa exposição, se desdobra em remissões evolutivas, em faixas de imagens suspensas, possui um fluxo de figuras que persiste em toda a unidade espaço temporal por onde vagamos, e no qual as percepções do mundo real, fixadas pelo pinhole, tornam os “instantes mais longos, passado”. Um mundo de referências, simplesmente enunciadas, são os traços dessa oferta em que a vivência adquire presença e exerce a faculdade de recriar para podermos fixar, metaforicamente, o espaço em que se desloca essa realidade.Lia do Rio

Source: O Instante Mais Longo | Monica Mansur – Ateliê da Imagem – Escola de Fotografia e Artes Visuais

Foire internationale de la photo

Impressão em marrom de Van Dyke de Pinhole de Anne Pahl, em filme de raio-x 30x40cm, feita no Pinholeday 2016, oficina acontecida no Museu do Mar em São Francisco do Sul – SC ministrada por Sérgio Sakakibara. Imagem usada na divulgação do evento. http://pinholeday.org/gallery/2016/

Feira de equipamentos antigos

cianotipia de Janusz Sochacki exposta em Bievres

Evento criado em 1964 por Jean e André Fage, fundadores  do Photoclub Paris Val-de-Bièvre e do Musée Français de la Photographie, a Feira tem exposição de fotografias, setor dedicado aos processos históricos, palestras, cursos, feira de equipamentos antigos. É a grande festa dos histórico/ alternativos franceses e europeus!

E para divulgar tudo isto gostaram do nosso trabalho, não é Anne Pahl? que trabalha no Museu do Mar e fez a foto que encantou os franceses… Parabéns!

Source: Foire internationale de la photo

ANO do CÃO :: fotografias em placa úmida de colódio {coletiva}

www.imagineiro.com.br

Les cyanotypes des chemins de fer américains de Frank Bird Masters

C’est une découverte fortuite. En 1977, le collectionneur de photographies américain Andrew Daneman découvre une collection de plus de 300 magnifiques cyanotypes. Les images révèlent des chemins de fer américains, des trains, des wagons, des ponts, des entrepôts, des magasins d’approvisionnement, des outils, des ouvriers, des chefs de gare et leurs familles.
………………………..
Une question importante subsiste. Qui est donc le mystérieux photographe ? Il n’y a pas de signatures, de tampons ou d’informations d’identification sur le dos des tirages, à l’exception de quelques inscriptions, les reliant à la ville américaine de Wilmington, dans le Delaware. Après quelques travaux de détective qualifiés, Daneman a finalement un nom : Frank Bird Masters né en 1873, mort en 1955.

Source: Photo London – Les cyanotypes des chemins de fer américains de Frank Bird Masters

Lorena Travassos

Lorena was born in 1980, in Campina Grande, in the countryside of the Brazilian northeast region. While graduating in journalism, she started to see photography as a tool to express meanings of what she sees and feels, or yet to forget what she feels. Currently, she seeks to use the photography to practice a reflective exercise in the context of personal experience, by creating expressions about detachment, encounter with others and “foreignness”. Has lived in Lisbon, Portugal, since 2014, where she develops her doctoral thesis in Communication Sciences at Universidade Nova de Lisboa, her research being based on the analysis of the Brazilians’ image in Portuguese contemporary photography.

+sobre esse ensaio

O maior desafio do início da fotografia foi o de descobrir como conservar a imagem fotográfica e toda a economia da fotografia, depois da sua invenção – quer dizer, da fixação perene da imagem -, tem sido baseada sobre a óptima conservação das fotografias por museus e coleccionadores. A proposta de Lorena Travassos para esta exposição vai contra esta regra. Os retratos feitos pela artista, nos jardins de Sintra, foram impressos sobre folhas de árvores dos parques e a impressão realizada apenas pelo sol. Em poucos dias, as folhas vão se deteriorar, as imagens vão desaparecer e ninguém vai poder coleccionar estas fotos.

É uma forma radical de destruição da imagem, uma espécie de iconoclastismo. Com isso, a artista sublinha a ausência e a morte. No seu trabalho, a fotografia deixa de ser um amuleto contra a morte e o desaparecimento – ou como sublinha Barthes: essa “imagem que produz a Morte a querer conservar a vida”. Na realidade, ela toma um sentido inverso porque precede e anuncia uma morte futura e o esquecimento do sujeito.

Estas fotografias associam o homem e a natureza (as folhas e o sol) dentro de uma única imagem. Esses rostos fantasmagóricos demonstram a impossibilidade de possuir o momento, de desafiar o tempo. Dentro da imagem, a presença do sujeito é flutuante e a perceção do tempo é limitada. A memória é condenada a atenuar-se, a desaparecer. O “Isso-foi” de Barthes transformou-se em um “Isso não-será-mais”.

Marc Lenot*

* texto publicado no catálogo da exposição coletiva “Significação: Outras imagens do Jardim” no MU.SA (Museu das Artes de Sintra).

Source: Lorena Travassos

Daily Bread « Teresa Asencao

 

 

She makes light-sensitive emulsions from plants used in traditional Azorean and Portuguese foods, which become key ingredients that help create anthotype images when exposed to sunlight. The process of creating the ephemeral anthotypes can take several weeks to complete, and is reminiscent of the patience and care involved in preparing food for loved ones every day.

Teresa Ascencao is a multimedia artist whose work toys with social constructs of body language, costume, socially inscribed objects and spaces, and inner corporeal experiences. Her folk and pop inspired artworks employ concept-specific media and technologies that invite audiences to play with iconographies and scenarios involving gender, seduction, consumption, and class. Born to Azorean parents in Sao Paulo, Brazil, Ascencao immigrated to Canada at a young age. She lives and works in Toronto and teaches at OCADU.

Source: Daily Bread « Teresa Asencao

 

Journée d’études « Transformations photographiques. Expérimentations du médium dans les arts visuels du XIXe au XXIe siècle » – 19-20 Art contemporain

Source: Journée d’études « Transformations photographiques. Expérimentations du médium dans les arts visuels du XIXe au XXIe siècle » – 19-20 Art contemporain

Floripa em 3×4

Vamos construir uma exposição que pretende discutir a identidade da cidade a partir dos retratos de identidade dos seus cidadãos. Os retratos e depoimentos estão sendo captados nas praças e ruas de Florianópolis no decorrer do ano de 2018. Nosso objetivo é alcançar a marca de 1000 fotografias em 3×4 utilizando uma máquina fotográfica Lambe Lambe da década de 1960 que trabalhou em Brasília. Por muitos anos o trabalhador brasileiro precisou do fotógrafo de rua ou fotógrafo lambe lambe para fazer seu retrato na hora de tirar a carteira de trabalho. Essas máquinas foram responsáveis pelo registro de milhares de trabalhadores e estiveram presentes nas praças das grandes cidades do Brasil. Floripa em 3×4 – O retrato de quem passa… recebeu o prêmio Elisabete Anderly de estimulo à cultura em 2017 para ser executado em 2018. Fotógrafo idealizador do projeto: @radilsoncarlosgomes Fotógrafo assistente: Filipe Sodré # #floripa #3×4 #floripaem3x4 #retrato #analogphotography #fotografiaartesanal #floripando #pinholedayfloripa #3x4photography #retratos

Uma publicação compartilhada por radilsoncarlosgomes (@floripaem3x4) em

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EXPERIÊNCIA COLÓDIO ÚMIDO

Amigos e Aprendizes.

Estamos preparando o conteúdo da EXPERIÊNCIA COLÓDIO ÚMIDO.
Ainda não decidimos datas, pois estamos finalizando o livro “Fotografia do Séc. XIX: Ambrotipia e Ferrotipia”, o qual utilizaremos como material didático – todos os participantes ganharão em primeira mão 1 exemplar.

Além disso, estamos viabilizando o espaço onde acontecerão os cursos.

Mas, preparem-se que o conteúdo está sendo formatado com muita dedicação para que cada participante tenha uma experiência colódio úmido – ÚNICA. Teremos uma abordagem completa – da produção do colódio partindo do zero até a produção das demais soluções de trabalho. Além disso, teremos uma parte teórica e muita prática. Então para os interessados em aprender a técnica desenvolvida por Archer (1851) acompanhe nossas redes sociais para mais informações.

Durante o curso, a utilização dos químicos será ilimitada e, ao final do curso você sairá com as placas produzidas. Além disso, se quiser, você poderá adquirir químicos para dar continuidade às suas experiências, tendo sempre acesso à nós, instrutores, seja através das redes sociais ou e-mail para tirar dúvidas!
Os cursos inicialmente estão sendo pensados para São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Santa Catarina.
Estamos ansiosos para em breve anunciar os locais e datas!
Abraços,
Alex Gimenes & Renan Nakano.

https://web.facebook.com/profile.php?id=100015006439368

Observatório dentro da Câmera -PinholeDay Campinas

Source: Edison Angeloni, Observatório – Dentro Da Câmera(Brazil) | Worldwide Pinhole Photography Day

http://www.camerapreta.com

Pinrolê Fest

https://web.facebook.com/Pinrole/